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CEMA — Centro Espírita Maria Madalena

Data

domingo, 23 de agosto de 2026 · 19h00

Modalidade

Presencial e ao vivo no YouTube

Duração

≈43 min

Em resumo

Por que quem pede pelos outros aprende paciência, empatia e humildade no caminho.

Emanuela Cabral conta a história da Campanha de Fraternidade Auta de Souza (CFAS), que completava 42 anos no CEMA naquela semana: do quilo de alimento que o senhor Elias recolhia sozinho entre colegas à caravana que leva, aos domingos, donativos e a mensagem do Evangelho de porta em porta.

Com o livro Lindos Casos da Campanha de Fraternidade Auta de Souza, Emanuela explica por que a poetisa Auta de Souza dá nome ao trabalho, mostra como ele educa quem o faz, na paciência, na empatia e no combate ao orgulho, e conta o que a campanha significou na sua própria família.

Assista à gravação e conheça um trabalho que transforma, antes de tudo, quem bate à porta.

Referências doutrinárias

Psicografadas

  • Pão Nosso

    Emmanuel · psicografia de Chico Xavier

    • Obra de harmonização lida na preparação semanal dos caravaneiros.

Espíritas de autores encarnados

  • Lindos Casos da Campanha de Fraternidade Auta de Souza

    Editora Auta de Souza

    • páginas 151 a 157

      A história da campanha e o roteiro do trabalho de domingo, citados nominalmente pela palestrante.

Outras obras

  • Horto

    Auta de Souza

    • Única obra publicada pela poetisa em vida.

Principais tópicos abordados

01Uma campanha que vem de longe
Com o livro Lindos Casos, a expositora lembra que a primeira campanha em nome de Jesus foi a de Paulo de Tarso para a Casa do Caminho, e que Francisco de Assis e Vicente de Paulo fizeram trabalhos semelhantes.
02O domingo dos caravaneiros
A preparação com música, a leitura de Pão Nosso, a agenda de reforma íntima, o estudo do Evangelho, um caso do livro Lindos Casos e as Bases e Regulamentos; depois, as duplas, a prece e a saída. Numa semana se entrega a mensagem; na outra, se recolhe o que cada família quis doar.
03Do quilo à fraternidade
O senhor Elias recolhia sozinho um quilo de alimento entre colegas. A campanha do quilo virou campanha de fraternidade quando se quis levar também o Evangelho para fora do centro espírita.
04Por que Auta de Souza
Uma médium vidente via uma moça trazer à campanha Espíritos sofredores das ruas. Consultado, Chico Xavier revelou que era Auta de Souza, e a campanha passou a levar o nome da poetisa.
0542 anos no CEMA
A ata da primeira reunião é de 26 de agosto de 1984. Um dos fundadores lembra que o bairro mais pobre foi o que melhor recebeu os caravaneiros, e que a chuva nunca impediu a saída.
06O que a campanha ensina
Pedir pelos outros trabalha o orgulho; as portas fechadas ensinam paciência e tolerância. A expositora fala da caridade moral, do exemplo do pai que a levava às caravanas, e exibe depoimentos de caravaneiros.